Tu és o meu sobretudo. Além de me aconchegares e protegeres de tudo o que me faz estremecer, estás sobre tudo e todos. Sabes tudo sobre mim e eu julgo saber tudo sobre ti. E mesmo que isto não seja verdade, sabemos pelo menos que ambos estamos no «sobre mim» de cada um, e ainda que ambos somos de algum modo, tudo um para o outro.
Sem pontos nem vírgulas, quero apenas reticências que façam disto tudo uma continuidade infinita que espero esperançosamente não ver o fim.
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